A patela é um osso sesamóide que liga o tendão quadricipital ao ligamento patelar. Sua principal função é transmitir as forças do músculo quadríceps até a tíbia fazendo parte, assim, do mecanismo extensor do joelho.
Então, ela atua na região do joelho aumentando o braço de alavanca das forças aplicadas pelo quadríceps, otimizando a biomecânica desta articulação.
A fratura da patela pode ocorrer devido a dois mecanismos de trauma principais:
Normalmente, paciente jovens, do sexo masculino e ativos são os mais propensos a essa lesão devido a participação em esportes de contato e a acidentes automobilísticos.
No entanto, a fratura pode ocorrer com qualquer paciente. Além disso, a população idosa também está em risco devido a propensão a quedas e fragilidade óssea.
Pacientes com fratura de patela apresentam dor, inchaço e dificuldade de esticar o joelho, bem como incapacidade para andar e apoiar a perna afetada ao solo.
Ademais, em caso mais graves, podemos observar um hematoma na região da frente do joelho ou até mesmo uma abertura da pele com exposição do osso.
Confirmamos a fratura da patela através de radiografias simples.
Todavia, nos casos de dúvida ou de necessidade de programação cirúrgica mais detalhada, podemos realizar uma tomografia computadorizada para melhor elucidação da fratura.
O tratamento da fratura na patela irá depender basicamente do tipo e grau de fratura, da capacidade do paciente de esticar o joelho e das suas condições clínicas.
Assim, a imobilização é o tratamento de escolha para fraturas menores em que o paciente ainda possui a capacidade de esticar o joelho e a fratura esteja no lugar.
Já o tratamento cirúrgico será escolhido para fraturas conjuntas, desviadas e nas quais o paciente não consiga esticar o joelho.
Então, normalmente, quando temos mais de 2 a 3mm de desvio da fratura já indicamos o tratamento cirúrgico que utiliza de fios, fitas, parafusos e placas para fixar os fragmentos no lugar correto e reestabelecer o mecanismo extensor do paciente.
De modo geral, esperamos que em torno de 6 semanas a consolidação da fratura ocorra.
Neste período, o paciente deverá passar por uma reabilitação fisioterapêutica com proteção de carga e restrição para dobrar os joelhos com associação de imobilizadores (brace ou tala inguinomaleolar).
Assim, à medida em que ocorre a consolidação do osso, progredimos com a reabilitação para ganho de força, equilíbrio e retorno ao esporte.
O acompanhamento atento do ortopedista será essencial para o sucesso da reabilitação do paciente.
Então, ao sofrer uma fratura na patela, busque um médico de confiança e dedique-se ao máximo às orientações que receber.
Assim, você terá uma boa recuperação e poderá retornar para suas atividades cotidianas com segurança!
Médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.
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DR. DIEGO MUNHOZ
Dr. Diego Munhoz é médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.
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