A recuperação após a cirurgia do ligamento cruzado anterior exige um processo cuidadoso de reabilitação para restaurar a força, estabilidade e função do joelho.
Embora a fisioterapia seja essencial, novas abordagens vêm sendo estudadas para acelerar a cicatrização e melhorar os resultados pós-operatórios.
Entre elas, a terapia por onda de choque desponta por seu potencial em estimular a regeneração tecidual e reduzir a inflamação.
Entenda melhor neste artigo!
O ligamento cruzado anterior (LCA) é uma estrutura fundamental para a estabilidade do joelho, conectando o fêmur à tíbia e prevenindo o deslocamento anterior desta em relação àquele.
Lesões no LCA são comuns, especialmente entre atletas, e podem ocorrer devido a entorses, quedas, mudanças bruscas de direção ou traumas diretos.
A ruptura do LCA é frequentemente acompanhada por um som de "estalo", dor intensa, inchaço e dificuldade para movimentar o joelho.
Além disso, muitos pacientes relatam sensação de instabilidade ou falha na articulação após a fase aguda da lesão.
Assim, podemos indicar a cirurgia do ligamento cruzado anterior para pacientes que apresentam instabilidade no joelho durante atividades diárias ou esportivas, desejam retornar a práticas esportivas de alto nível ou não obtiveram sucesso com tratamentos conservadores.
O objetivo do procedimento é restaurar a estabilidade e a função normal do joelho, prevenindo futuras lesões e degenerações articulares.
Durante a cirurgia, o ligamento rompido é substituído por um enxerto, que pode ser obtido de tendões do próprio paciente ou de doadores.
A técnica mais comum envolve a realização de artroscopia, um procedimento minimamente invasivo que utiliza pequenas incisões e uma câmera para guiar a reconstrução.
Atualmente, a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior apresenta excelentes resultados, mas nem sempre garante 100% de retorno ao esporte ou a recuperação completa em todos os casos.
Isso ocorre, em parte, devido a falhas na cicatrização ou maturação do enxerto, o que pode resultar em alguma frouxidão residual.
Essa variabilidade está relacionada à capacidade individual de cicatrização e à reabilitação pós-cirúrgica.
Nesse contexto, existem terapias que visam melhorar a cicatrização do enxerto, e uma delas é a terapia de ondas de choque.
Esse estudo comparou dois grupos de pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto de tendões flexores.
Um grupo realizou apenas a reabilitação tradicional, enquanto o outro grupo recebeu terapia de ondas de choque associada à fisioterapia por cinco semanas.
A pesquisa avaliou três aspectos principais: a presença de frouxidão residual, os escores clínicos (que medem dor e funcionalidade) e a aparência do enxerto na ressonância magnética.
Os pacientes foram acompanhados por dois anos, e os resultados finais mostraram diferenças interessantes entre os grupos.
Em relação à frouxidão residual, não houve diferença significativa entre os grupos que receberam terapia de ondas de choque e aqueles que fizeram apenas fisioterapia tradicional.
Entretanto, ao analisar os escores clínicos, o grupo que recebeu terapia de ondas de choque apresentou melhores resultados funcionais após dois anos.
Nos primeiros meses, não havia diferenças significativas, mas a longo prazo, a terapia adjuvante mostrou benefícios.
Outro aspecto avaliado foi a integração e aparência do enxerto na ressonância magnética.
Inicialmente, a terapia de ondas de choque melhorou a visão do enxerto na tíbia, mas após dois anos, a integração do enxerto na tíbia estava igual entre os dois grupos.
Porém, a aparência do enxerto no fêmur e dentro da articulação foi mais favorável no grupo que recebeu terapia de ondas de choque.
Isso sugere que a terapia pode ter um impacto positivo na cicatrização e na qualidade do enxerto em certas áreas.
A recuperação após a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior é um processo que exige dedicação e acompanhamento especializado.
Além da reabilitação convencional, novas abordagens vêm sendo estudadas para otimizar os resultados e acelerar a cicatrização.
A terapia por onda de choque surge como uma alternativa promissora, estimulando a regeneração tecidual e melhorando a qualidade do enxerto em áreas específicas do joelho.
Embora a cirurgia já ofereça excelentes desfechos, essa terapia adjuvante pode ser um diferencial importante, especialmente para atletas ou indivíduos que desejam retornar às atividades físicas com mais segurança e rapidez.
Como mencionado acima, estudos indicam que a aplicação das ondas de choque pode favorecer a vascularização da região operada, reduzindo o tempo de recuperação e potencializando a funcionalidade do joelho a longo prazo.
O Dr. Diego Munhoz é ortopedista especialista em cirurgia do joelho e medicina esportiva, com ampla experiência no tratamento de lesões como a ruptura do LCA.
Com uma abordagem moderna e personalizada, ele utiliza as técnicas mais avançadas para garantir uma recuperação eficiente e segura.
Então, seja você um atleta ou alguém que busca retomar suas atividades diárias sem limitações, o Dr. Diego Munhoz está pronto para oferecer o melhor cuidado, desde o diagnóstico até a reabilitação pós-cirúrgica.
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Médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.
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DR. DIEGO MUNHOZ
Dr. Diego Munhoz é médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.
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